segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Folheando com a Profe Estefânia



por Gabi Trentini

            O Folheando de hoje é com a Professora Estefânia Pesenti dos Santos, graduada em Ciências Matemáticas, mas que também deu uma grande força para os alunos do Colégio Japão lecionando Biologia quando foi preciso.
            A professora indica para os leitores uma trilogia muito interessante da autora Nora Roberts. “Trilogia das Flores” é um romance estrangeiro mesclado com uma dose de paranormalidade que se divide em três volumes: “Dália Azul”, “Rosa Negra” e “Lírio Vermelho”. Os livros abordam a história de personagens carismáticas (Stella, Rosalind e Hayley), três mulheres com vidas totalmente diferentes, mas que compartilham uma única experiência: a maternidade. 
             Estes volumes são recomendados pela profe Estefânia, pois são misteriosas histórias emocionantes e assustadoras que prendem a atenção de qualquer leitor.
           Esta trilogia é um sucesso que já vendeu milhares de cópias e se destacou nas principais listas de mais vendidos.



sábado, 21 de novembro de 2015

Exposição Dia da Consciência Negra



por Tay Fernandes




Na manhã deste sábado, dia 21 de novembro, tivemos no Colégio Estadual Japão a exposição sobre a cultura afro-brasileira já em homenagem ao dia da Consciência Negra. Turmas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio expuseram seus trabalhos e partilharam conhecimentos com professores, colegas e comunidade. A manhã foi muito agradável e proveitosa!
Abaixo algumas imagens do evento:






































 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Caminhada Cultural do Museu de Percurso do Negro com a Turma 301

por Carina C.

 

        Hoje a turma 301, juntamente com a Babi Stein do JapaNews, os profes Diogo e Mônica e a Socióloga Elza Vieira da Rosa, passou por uma intensa manhã de conhecimentos culturais, com ponto de partida na Usina do Gasômetro, indo em direção ao percurso dos negros em Porto Alegre.

Iniciamos o percurso na Praça Brigadeiro Sampaio, onde ocorreu a primeira condenação à forca em Porto Alegre. O tambor situado na praça tem como cor principal o amarelo, segundo informações, em homenagem a Oxum. Nele apresentam 12 imagens que mostram um pouco da trajetória do povo africano.

Em seguida, a turma foi até a Igreja Nossa Senhora das Dores, onde, com o auxílio da museóloga Carol, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais da história da Igreja e da participação dos negros na sua construção.

Após isso, nos dirigimos até a Praça da Alfândega, onde se encontra uma "Pegada Africana", com o formato do continente africano.

Andando mais um pouco, chegamos até o centro do Mercado Público, onde se encontra o "Bará do Mercado". Segundo a tradição, toda vez que você passar pelo local, você deve atirar uma moeda no centro do mosaico de pedras vermelhas e amarelas no chão para adquirir sorte.

Encerramos o percurso no Painel Afro-brasileiro, que fica no muro do Chalé da Praça XV, lugar muito movimentado, assim como antigamente. A única diferença é que antes eram os escravos que circulavam pelo local.


A turma no cais do Guaíba nos fundos do Gasômetro

No Tambor da Praça Brigadeiro Sampaio, antigo Largo dos Enforcados

Uma conversa sobre a história e a importância do local

Chegando à Igreja Nossa Senhora das Dores

A Museóloga Carol contando um pouco da história e das lendas sobre a Igreja

Na Praça da Alfândega, uma parada na Pegada Africana

No centro do Mercado Público, trocando ideia sobre o "Bará do Mercado"

Adriano trazendo mais informações sobre o Painel Afro-brasileiro

Juntamente com a Profe Elza, mediadora do Percurso, a galera reunida no Mural Afro-brasileiro na frente do Chalé da Praça XV


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Falando sobre Música



por P. Medeiros


A música já existe há um bom tempo. Podemos dizer que há milhares de anos. Estudos acreditam que já exista há mais de cinquenta mil anos.
A música tem o poder de promover a comunicação, quem sabe um relacionamento, o aprendizado, a mobilização, a expressão, a organização, o relaxamento mental, o descanso e a introspecção, atendendo nossas necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
Muitos acreditam que a música é o alimento para a alma. Ela pode trazer lembranças, boas ou ruins, nos alegrar, nos fazer chorar, reviver algo, sentir, mudar conceitos, analisar a realidade e compreender, ou marcar uma situação em nossas vidas.
Sendo considerada uma linguagem universal, a música atualmente se encontra por todas as partes do mundo, existindo em vários ritmos, para todos os gostos. Também é importante nos arriscarmos e escutarmos um ritmo diferente, para abrirmos nossa mente; contudo, devemos sempre respeitar o estilo musical de cada pessoa.